terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aumento nos preços dos imóveis...

4/Fevereiro/2013

Preço dos imóveis aumentou 0,9% em janeiro



Rio segue com o metro quadrado mais caro, segundo índice FipeZap. Pesquisa incorpora mais nove municípios brasileiros para monitoramento do preço de apartamentos prontos


Gustavo Jazra

shutterstock/Mark Schwettmann
Rio de Janeiro registrou média ponderada de R$ 8.711
O Índice FipeZap apresentou alta de 0,9% no preço dos imóveis no Brasil, valor ligeiramente menor que o registrado no mês anterior (1%). Em janeiro, o estudo passou a ser calculado com base no preço médio do metro quadrado em 16 municípios brasileiros, segundo o anúncio de apartamentos prontos feitos do Zap Imóveis. Antes, a análise contava com os dados de apenas seis municípios e Distrito Federal.
Todas as cidades monitoradas pelo índice apresentaram aumento em janeiro, com exceção de Brasília e Recife, que diminuíram 0,1% e 0,2%, respectivamente. Fortaleza foi a que registrou maior variação no período, com crescimento de 3,4%.
Já Salvador variou 1,4%, seguido por Belo Horizonte (1,3%), Porto Alegre (1,3%), Florianópolis (1,1%), Rio de Janeiro (1%), Vila Velha (1%), Curitiba (0,9%), São Paulo (0,9%), Vitória (0,9%), Santo André (0,8%), São Caetano do Sul (0,7%) e Niterói (0,6%). São Bernardo do Campo não variou no período.
O preço médio do metro quadrado no país ficou em R$ 6.350. Mesmo com a incorporação de outras nove cidades monitoradas pelo índice, o Rio de Janeiro seguiu com o metro quadrado mais caro: média ponderada de R$ 8.711. Em Vila Velha, o menor preço registrado pelo índice, o preço do metro quadrado ficou em R$ 3.440.
Nos últimos 12 meses, o índice acumulou alta de 13,5%.
A pesquisa completa está disponível aqui.
http://www.piniweb.com.br/construcao/mercado-imobiliario/preco-dos-imoveis-aumentou-09-em-janeiro-277435-1.asp

Manutenção em dia



Cuidados com os equipamentos móveis devem ir além do cumprimento das recomendações dos fabricantes; saiba como fazer um plano de manutenção bem estruturado


Por Maryana Giribola

Manutenção em dia

Entre a compra ou a locação de equipamentos móveis, as construtoras imobiliárias geralmente escolhem a segunda opção. No entanto, a depender das necessidades da empresa, a compra pode ser vantajosa. Construtoras podem optar pela aquisição, por exemplo, quando os equipamentos são de uso intensivo e terão papel central nas obras. Assim, não ficam à mercê de variações de preços e de disponibilidade das locadoras...




Veja mais em:
http://revista.construcaomercado.com.br/guia/habitacao-financiamento-imobiliario/139/manutencao-em-dia-cuidados-com-os-equipamentos-moveis-devem-277137-1.asp

Sai resultado da perícia realizada na Boate KISS, em Santa Maria

5/Fevereiro/2013

Crea-RS divulga resultado da perícia realizada na Boate Kiss, em Santa Maria

Material de revestimento acústico inflamável está entre as causas fundamentais do incêndio. Conselho sugere alteração nas normas técnicas


Gustavo Jazra

Divulgação: Crea-RS
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS) divulgou o resultado da perícia feita na Boate Kiss, em Santa Maria. Segundo o relatório técnico, uma combinação de fatores teria contribuído para a morte de pelo menos 237 pessoas na casa noturna durante o incêndio que aconteceu na madrugada do dia 27 de janeiro.
De acordo com o relatório, as causas fundamentais para a ocorrência do incêndio foram a realização do show com componentes pirotécnicos em associação ao uso de material de revestimento acústico inflamável, localizado na zona do palco. Além dessas, a falha no acionamento dos extintores, assim como a dificuldade de evacuação, a ausência de um sistema para drenagem da fumaça e utilização de materiais inadequados teriam influenciado a propagação da chama e determinado o acontecimento da tragédia.
Durante entrevista coletiva para a divulgação do laudo, o conselho afirmou que um projeto de segurança contra incêndio, por profissional habilitado e com formação específica, teria evitado a maioria das falhas do estabelecimento e diminuído a dimensão do acontecimento.
Segundo o relatório, "ao contrário de outros países, nossa legislação sobre controle de fumaça e dos materiais de revestimento é bastante limitada. Faltam algumas normas brasileiras específicas (sendo necessário muitas vezes fazer referência a normas ISO, NFPA ou aos Eurocodes) e, pior, muitas legislações municipais e estaduais, inclusive a gaúcha, não atentam para esse aspecto".
O relatório recomenda, ainda, uma série de ações para que o episódio de Santa Maria não volte a se repetir, incluindo a alteração nas normas para materiais de isolamento acústico. Outras, como a elaboração de um código estadual contra incêndio e pânico e criação de forças-tarefa para análise da legislação, também foram sugeridas.
Revestimento acústicoAmostras do forro acústico da Boate Kiss foram coletadas para determinar sua composição e o comportamento do fogo. "Pelas informações disponíveis até o momento, o material usado é altamente inflamável, contém poliuretano em sua formulação, libera gases tóxicos e não contém retardadores de chama", diz o relatório.
Conforme estabelecido pela Lei Municipal 3.301, o uso de materiais inflamáveis e tóxicos é vedado, invalidando o uso do revestimento acústico utilizado na casa noturna.
O diretor presidente da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica), o engenheiro civil David Akkerman, explica que, independentemente de ser acústico ou não, todos os materiais precisam garantir a segurança do local. "Hoje é inaceitável instalar qualquer tipo de material combustível ou inflamável em uma sala pública de qualquer natureza", disse.
Sendo assim, espumas de poliuretano, lãs minerais, lãs de poliéster e Politereflanato de Etileno (PET), que são os materiais comumente usados para condicionamento acústico em locais públicos, respondem à NBR 9442 - Materiais de construção - Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante - Método de ensaio, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
"Há uma norma americana, a ASTM E 662, que testa a densidade ótica de fumaça produzida pela queima do material", afirma Akkerman. As duas normativas, a brasileira em vigor desde 1986, que estabelece o índice de propagação de chamas e uma metodologia para teste dos materiais, e a americana, segundo explica o engenheiro, são aplicadas nos laboratórios de ensaio desses materiais.
Leia também:Mortes coletivas em edificações será rotina nacional, afirma peritoPesquisador do IPT defende a criação de um código nacional de segurança contra incêndio

Mais detalhes, confira direto na fonte;
http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/crea-rs-divulga-resultado-da-pericia-realizada-na-boate-kiss-em-277457-1.asp