4/Fevereiro/2013Preço dos imóveis aumentou 0,9% em janeiroRio segue com o metro quadrado mais caro, segundo índice FipeZap. Pesquisa incorpora mais nove municípios brasileiros para monitoramento do preço de apartamentos prontosGustavo Jazra | ||
Todas as cidades monitoradas pelo índice apresentaram aumento em janeiro, com exceção de Brasília e Recife, que diminuíram 0,1% e 0,2%, respectivamente. Fortaleza foi a que registrou maior variação no período, com crescimento de 3,4%. Já Salvador variou 1,4%, seguido por Belo Horizonte (1,3%), Porto Alegre (1,3%), Florianópolis (1,1%), Rio de Janeiro (1%), Vila Velha (1%), Curitiba (0,9%), São Paulo (0,9%), Vitória (0,9%), Santo André (0,8%), São Caetano do Sul (0,7%) e Niterói (0,6%). São Bernardo do Campo não variou no período. O preço médio do metro quadrado no país ficou em R$ 6.350. Mesmo com a incorporação de outras nove cidades monitoradas pelo índice, o Rio de Janeiro seguiu com o metro quadrado mais caro: média ponderada de R$ 8.711. Em Vila Velha, o menor preço registrado pelo índice, o preço do metro quadrado ficou em R$ 3.440. Nos últimos 12 meses, o índice acumulou alta de 13,5%. A pesquisa completa está disponível aqui. http://www.piniweb.com.br/construcao/mercado-imobiliario/preco-dos-imoveis-aumentou-09-em-janeiro-277435-1.asp |
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Aumento nos preços dos imóveis...
Manutenção em dia
Cuidados com os equipamentos móveis devem ir além do cumprimento das recomendações dos fabricantes; saiba como fazer um plano de manutenção bem estruturado
Por Maryana Giribola
Manutenção em dia
Entre a compra ou a locação de equipamentos móveis, as construtoras imobiliárias geralmente escolhem a segunda opção. No entanto, a depender das necessidades da empresa, a compra pode ser vantajosa. Construtoras podem optar pela aquisição, por exemplo, quando os equipamentos são de uso intensivo e terão papel central nas obras. Assim, não ficam à mercê de variações de preços e de disponibilidade das locadoras...
Veja mais em:
http://revista.construcaomercado.com.br/guia/habitacao-financiamento-imobiliario/139/manutencao-em-dia-cuidados-com-os-equipamentos-moveis-devem-277137-1.asp
Sai resultado da perícia realizada na Boate KISS, em Santa Maria
5/Fevereiro/2013Crea-RS divulga resultado da perícia realizada na Boate Kiss, em Santa MariaMaterial de revestimento acústico inflamável está entre as causas fundamentais do incêndio. Conselho sugere alteração nas normas técnicasGustavo Jazra | |
De acordo com o relatório, as causas fundamentais para a ocorrência do incêndio foram a realização do show com componentes pirotécnicos em associação ao uso de material de revestimento acústico inflamável, localizado na zona do palco. Além dessas, a falha no acionamento dos extintores, assim como a dificuldade de evacuação, a ausência de um sistema para drenagem da fumaça e utilização de materiais inadequados teriam influenciado a propagação da chama e determinado o acontecimento da tragédia. Durante entrevista coletiva para a divulgação do laudo, o conselho afirmou que um projeto de segurança contra incêndio, por profissional habilitado e com formação específica, teria evitado a maioria das falhas do estabelecimento e diminuído a dimensão do acontecimento. Segundo o relatório, "ao contrário de outros países, nossa legislação sobre controle de fumaça e dos materiais de revestimento é bastante limitada. Faltam algumas normas brasileiras específicas (sendo necessário muitas vezes fazer referência a normas ISO, NFPA ou aos Eurocodes) e, pior, muitas legislações municipais e estaduais, inclusive a gaúcha, não atentam para esse aspecto". O relatório recomenda, ainda, uma série de ações para que o episódio de Santa Maria não volte a se repetir, incluindo a alteração nas normas para materiais de isolamento acústico. Outras, como a elaboração de um código estadual contra incêndio e pânico e criação de forças-tarefa para análise da legislação, também foram sugeridas. Revestimento acústicoAmostras do forro acústico da Boate Kiss foram coletadas para determinar sua composição e o comportamento do fogo. "Pelas informações disponíveis até o momento, o material usado é altamente inflamável, contém poliuretano em sua formulação, libera gases tóxicos e não contém retardadores de chama", diz o relatório. Conforme estabelecido pela Lei Municipal 3.301, o uso de materiais inflamáveis e tóxicos é vedado, invalidando o uso do revestimento acústico utilizado na casa noturna. O diretor presidente da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica), o engenheiro civil David Akkerman, explica que, independentemente de ser acústico ou não, todos os materiais precisam garantir a segurança do local. "Hoje é inaceitável instalar qualquer tipo de material combustível ou inflamável em uma sala pública de qualquer natureza", disse. Sendo assim, espumas de poliuretano, lãs minerais, lãs de poliéster e Politereflanato de Etileno (PET), que são os materiais comumente usados para condicionamento acústico em locais públicos, respondem à NBR 9442 - Materiais de construção - Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante - Método de ensaio, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). "Há uma norma americana, a ASTM E 662, que testa a densidade ótica de fumaça produzida pela queima do material", afirma Akkerman. As duas normativas, a brasileira em vigor desde 1986, que estabelece o índice de propagação de chamas e uma metodologia para teste dos materiais, e a americana, segundo explica o engenheiro, são aplicadas nos laboratórios de ensaio desses materiais. Leia também:Mortes coletivas em edificações será rotina nacional, afirma peritoPesquisador do IPT defende a criação de um código nacional de segurança contra incêndio Mais detalhes, confira direto na fonte; http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/crea-rs-divulga-resultado-da-pericia-realizada-na-boate-kiss-em-277457-1.asp |
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